Ajude-me a decidir entre os processadores seguintes (qual é o melhor);
Caro amigo,
Ajude-me a decidir entre os processadores seguintes (qual é o melhor);
- Core 2 duo (são vários, mas cito aqui o E7500, de 2,93 GHz com 3 MB de cache e o E8500, de 3,17 GHz com 6 MB de cache…)
- Dual core (também vários, sem citar algum em especial…)
- Core 2 quad (os vários, com destaque para Q9500, de 2,83 GHz, com 2 x 3 MB de cache…)
- Core i3 (genericamente)
- Core i5 (idem)
- Core i7 (idem)
- AMD (genericamente, também…)
Resposta:
Core 2 Duo = Core i5 (Core 2 Duo com dispositivo de economia de energia).
Com maior profissionalização, empresas têm deixado de lado o velho QI
Ter uma pessoa “costas-quentes” sem avaliação de competência é prejudicial para as relações de trabalho.
No mercado de trabalho é comum que uma vaga seja preenchida por profissionais indicados. Entretanto, antes de serem aprovadas, estas pessoas participam do processo seletivo, assim como os demais candidatos. É o que afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Romulo Machado.
“Hoje, 85% das contratações são de indicações, mas as empresas avaliam as competências e o comportamento destes profissionais”, explica. As outras contratações são feitas por meio de busca de profissionais no mercado pelas consultadorias e uma minoria é realizada apenas pela recomendação de alguém.
De acordo com o professor de Gestão de RH (Recursos Humanos) da Veris IBTA, Cristiano Luiz Rosa, a contratação de pessoas baseada apenas na recomendação tem diminuído na última década.
“Isto ainda acontece, mas não com tanta influência. Com a abertura de capitais, as empresas estão cada vez mais profissionais. Hoje as empresas buscam resultados”, diz. Ele acrescenta que a contratação baseada somente na confiança é comum em empresas em que não existe governança corporativa. “Estas empresas estão fadadas ao fracasso”, enfatiza.
Falta de interação
Ter um profissional “costas-quentes”, por ser o indicado de alguém, prejudica em especial as relações de trabalho, principalmente se esta pessoa ocupa um cargo de liderança. Rosa compara esta situação com casos que acontecem no mundo do futebol.
“No mundo do futebol é comum a queda de técnicos que eram de confiança dos dirigentes do clube e de jogadores que eram de confiança dos técnicos. Só a confiança não basta. É necessário que haja uma integração com a equipe”, diz.
Já Machado afirma que, no caso da pessoa que tem um cargo de chefe, os problemas como falta de motivação da equipe acontecem somente se a pessoa não tiver a competência e o comportamento esperados tanta pela empresa como pelos colaboradores.
“Nesta situação, os profissionais apresentaram um descontentamento e desmotivação. A mensagem que a empresa irá passar é que naquela empresa não se cresce por merecimento, mas pelo famoso QI [Quem Indica]”.
Ele explica ainda que, em situações assim, não se formam bons profissionais. “Nada é melhor do que treinar os próprios profissionais. Os funcionários conhecem a cultura e os processos das empresas”.
Já no caso de profissionais que são indicados, mas não são chefes, o headhunter afirma que não a contratação deste colaborador não impacta negativamente na equipe. “Esta pessoa irá aprender, ele terá as mesmas oportunidades que os outros”, finaliza.
Por Infomoney.
Comentários sobre Geração Y
Como disseram: Twitter, Blogs, Redes Sociais, tudo isso, na verdade, atrapalha e não dizem que uma pessoa está engajada em algo, é exatamente o uso dessas tecnologias que deixa a concentração longe da melhor da concentração, somente algo sério e disciplinado é que tem dado atualmente resultado, mesmo que o ambiente na empresa seja divertido, é uma diversão com prazos, metas e objetivos.
Existe sim uma grande falta de comprometimento da geração Y e também não querem sair de casa cedo. Mas é que não estão prontos para um projeto grande, sabem como, mas não sabem organizar-se, pois não têm experiência vivida e não querem ficar para trás frente a outros competidores no mesmo jogo. E também não querem sair de casa porque teriam preocupações a mais, que atrapalhariam a carreira que querem ter, e também porque ainda não estão seguros emocionalmente exatamente pela pouca experiência vivida.
A tecnologia tem sim seu lado de culpa. Afinal o que colocou a geração Y a frente da X foi ela, possibilitou a facilidade da busca conhecimento, mesmo que superficiais, são chavões que definem algo, e acabam acertando algumas coisas com ele, criando mais vontade ainda de aprender.
A movimentação nos meios tecnológicos criou um pensamento rápido, de pouca concentração, busca e resultado pronto, encontrei e repassei.
A Internet proporcionou a sensação de que se está por dentro de tudo que acontece, só que as notícias/artigos são parciais e nunca aprofundam-se em um nível científico, e as pessoas não vivem as situações/experiências, apenas imaginam em suas mentes.
E usam vários desses conhecimentos superficiais e rápidos para agirem. A geração X já não, ela diz: calma, não é assim, é necessário pensar.
Alguns artigos que li indicam que uma das possibilidades da origem da diferença da geração X e Y pode estar no tratamento dos pais, que deixavam as crianças em creches, enchiam elas de multi atividades e às vezes quase nunca estavam em casa.
Isso afetou psicologicamente a geração.
O fato ainda de muitas coisas migrarem para o padrão PC, tornou quase todos os setores da indústria fáceis de se alcançar: hardware pronto, software padrão x86, Windows, Linux, pronto! Agora é só programar o que o dispositivo irá fazer.
Assim surgem equipamentos rapidamente, que se comunicam com tudo, mas faltou a análise para se ter o cuidado se isso ajudaria o mundo na parte psicológica.
A tecnologia pode ter ajudado o homem a trabalhar mais fácil, mas causou também um dano psicológico na população, onde o capitalismo parou de ser pensado, onde marcas se tornaram parte da vida pessoal das pessoas, onde o “pensar” está morrendo.
Mas acredito que estão surgindo várias discussões sobre tudo isso, já vi bastante pessoas debatendo sobre isso, e essa consciência deverá se espalhar e no final soluções serão encontradas e alguma forma de propaganda vai apresentar algo que todos estão sentindo mas não sabem analisar o que é, e essa propaganda conquistará a todos, afinal, é o que precisam. Será uma revolução para passar da era de homem contemporâneo para um outra era?
Algumas pessoas em particular estão com medo de viver as emoções. Têm medo até de se envolverem amorosamente com alguém para não se magoarem. Hoje em dia é: Vc quer?
E se a resposta for “não” pergunta-se para o próximo, e para o próximo, até que friamente os dois lados aceitem. Cadê a conquista?
Ninguém conquista mais? Nem pessoas, nem amor, nem carreira?
Com isso as pessoas tornam se frias, sem muito amor pela vida, carentes, talvez se tornem assim para uma certa proteção individual. Basta ver as reações da geração Y, talvez, pedindo socorro da atual sociedade. Se jogam no máximo e se tornam um na sociedade com prestígio ou desistem. Não estão prontos para derrota.
Para mim a chave sempre esteve na educação, seja ela de conhecimento técnico ou emocional.
Tentarei fazer minha parte.
Por eu mesmo. (shdo)
CULTURA E A GUERRA POR TALENTOS
Se você é executivo, chefe, empreendedor, profissional antenado, atenção para duas realidades: estamos vivendo uma escassez de profissionais qualificados; e a geração Y, que nasceu na década de 80 e foi criada no mundo digital, está dando uma banana para as empresas que pensam que, para atrair e reter talentos, basta aumentar salários.
A Inteligência Coletiva na Gestão das Empresas
Os resultados dos trabalhos na criação e execução de projetos e programas são mais eficazes quando têm o efeito da inteligência coletiva, ou seja: a inteligência de um grupo de pessoas pode ser maior do que a soma da capacidade de vários indivíduos.
Bom mesmo é ser preguiçoso
Já há algum tempo que me pergunto por que existem empresas que necessitam que seus profissionais fiquem cada vez mais horas e horas em seus escritórios. Leia o resto deste post »
Conheça as vantagens e desvantagens de ter um comportamento explosivo
Segundo psicóloga, estes profissionais não sabem lidar com a raiva, com a frustração e não gostam de ser contrariados.
A agressividade, ansiedade e competitividade são características que se adequam a muitos profissionais no ambiente de trabalho. Adicionando a falta de equilíbrio e a calma em situações de tensão estamos em frente a um “profissional explosivo”. Leia o resto deste post »
O que querem os jovens profissionais brasileiros?
Como pensam os jovens profissionais brasileiros? Foi essa pergunta que conduziu a pesquisa “Millennials 2010″, desenvolvida pela consultoria MPCO e a Projeto RH sobre as preferências da Geração Y no Brasil. Segundo o levantamento, a maioria pretende trabalhar nas áreas de marketing ou financeira. E se puderem escolher a empresa, a Nestlé será o destino mais procurado, à frente da Vale e a da Petrobrás, que ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posição. Google, Coca-Cola, Unilever e Johnson & Johnson aparecem empatadas na quarta colocação.
Realizado junto a 1.412 estudantes de graduação e pós-graduação de todo o país, com idades entre 21 e 29 anos, o levantamento teve como objetivo identificar as preferências da nova geração e mostrar como o comportamento destes jovens irá influenciar o ambiente de trabalho das organizações.
O que estudam os jovens que participaram da pesquisa?
29%Administração 27% Engenharia13% Marketing7% Direito 6% Economia
Composta por 77 perguntas, a pesquisa envolveu universidades de São Paulo (48%), Rio de Janeiro (23%), Belo Horizonte (12%), Porto Alegre (6%), Salvador (6%) e Curitiba (5%).
“A Geração Y como um todo engloba nascidos entre 1979 e 1994. Como o estudo tem foco na carreira, o levantamento foi direcionado exclusivamente aos jovens universitários ou que fazem pós-graduação em universidades de primeira linha”, afirma Marcelo Pinheiro, diretor da consultoria MPCO.
A pesquisa foi dividida em quatro partes: expectativas e motivações em relação ao trabalho; o que os jovens valorizam nos modelos de gestão das organizações e em seus líderes; o que planejam fazer profissionalmente e pessoalmente nos próximos anos; e quais as organizações que mais os atraem.
08 de abril de 2011, às 09h33min
Já com relação à empresa empregadora, a nova geração busca, em primeiro lugar, oportunidades de desenvolvimento de carreira. A harmonia entre vida pessoal e profissional é a segunda característica mais buscada por esses profissionais, seguida pela oportunidade de realizar projetos e atividades desafiadoras.
A pesquisa ainda avaliou o que a nova geração espera com relação ao comportamento de seu supervisor direto. A grande maioria quer um gestor que se preocupe com o crescimento profissional da equipe. Outras características importantes, na visão dos jovens, são o respeito e a valorização aos funcionários e o “saber ouvir”.
“Esses resultados, como a preocupação com as oportunidades e com uma equipe de qualidade e um supervisor que seja um bom líder, provocam as organizações a repensarem seus modelos de gestão e a desenvolverem seus líderes frente a essas novas demandas da força de trabalho, de forma a manterem-se atrativas e competitivas”, afirma Pinheiro.
Com relação às preocupações imediatas dos entrevistados, a grande maioria revelou ter interesse em investir em educação, seguido por poupar e economizar dinheiro e sustentar-se financeiramente.
Perfil dos jovens profissionais
5 anos e 4 meses É a experiência profissional média 2 anos e 2 meses Período médio de permanência nas empresas
3,6 empregos É a quantidade de empresas diferentes pelas quais os jovens já passaram
44 horas semanais É o tempo que esses profissionais trabalham por semana, com exceção dos estagiários
O que faz de você um líder?
Líder, quase todo mundo quer ser, desde criança. Na escola, o melhor da turma. Na juventude, o mais popular. Na empresa, o diretor. Mais que um posto, entretanto, a liderança é um conjunto de atitudes. Mas, afinal, que atitudes são essas? Leia o resto deste post »
Será que você é um workaholic?
Você já assistiu ao filme Clube da Luta (Fight Club, 1999)? Se a resposta for afirmativa, então você conheceu um caso clássico de um workaholic: Tyler Durden é um funcionário de uma empresa de seguros, sem família, namorada ou vida social, que passa a maior parte do tempo em aviões, não dorme e procura preencher a falta de significado da vida com objetos de decoração. Uma bomba que, a certa altura, explode da pior maneira e de modo que cause os maiores estragos possíveis. Leia o resto deste post »